Ingressos

O ingresso que só serve
para quem comprou.

Não vendemos um papel: autorizamos a entrada. Na porta, a pessoa é reconhecida — sem papel, sem código na tela, sem cambista.

Uma estudante canta no palco de um festival escolar, sob a luz dos refletores.

Como funciona

  1. 1

    Você cria o evento

    Sessão, horário e lotes — quantos lugares e por quanto. O 2º lote só abre quando o 1º acaba.

  2. 2

    Recebe como já recebe

    Pix, maquininha ou bilheteria. Recebido, a entrada fica autorizada para aquela pessoa.

  3. 3

    Na porta, ela é reconhecida

    Sem papel e sem código para mostrar. A entrada é registrada na hora, e vale uma vez só.

  4. 4

    O relatório fecha sozinho

    Quantos entraram, de qual lote, e o que foi recebido — no fim da noite, sem planilha.

Posse não é identidade

O ingresso de papel ou de tela prova que alguém tem o código — e código se copia, se empresta e se revende. Aqui a entrada é da pessoa.

Só serve para quem comprou

A autorização é da pessoa, não de um papel. Não se empresta, não se revende, não se falsifica.

Sem cambista

Uma entrada por pessoa por sessão. Ninguém junta cem para revender na porta.

Sem taxa para quem compra

Quem compra paga o preço do ingresso e só. Quem organiza paga uma pequena porcentagem — e só sobre quem entrou.

Meia e cortesia no mesmo lugar

São lotes com outro preço. Tudo no mesmo relatório.

Onde isso serve

Festival e campeonato da escola

Inscrição, entrada e votação no mesmo lugar.

Ver a escola →

Samba, feira e festa do bairro

Evento pequeno, porta única, sem gastar com impressão.

Teatro, cinema de rua e show

Sessões e lotes, com o 2º lote abrindo sozinho.

Curso, oficina e palestra

Vaga por pessoa, lista de presença que se faz sozinha.

Comece por um evento pequeno.

Estamos abrindo com eventos de escola e de bairro, uma porta só, acompanhados de perto.