Hospital · Atendimento Unificado

Chegar reconhecido.
Sair com o tempo medido.

Consulta, reagendamento, exames e farmácia como um circuito só, com uma identidade só; o telefone na mesma fila do balcão, com o retorno que prova que é o hospital; e, do lado de dentro, o transporte de leitos coordenado com os elevadores. O que some é a espera e o papel. O humano fica.

Na recepção de um hospital claro e tranquilo, uma senhora chega de braço dado com a filha, as duas de mãos livres, e a atendente sorri e as convida a entrar; ao fundo, poucas pessoas esperam sentadas e espaçadas

A passagem do paciente

Levantamento feito no chão de um hospital de referência: a espera é do paciente e a identidade é do papel. É isso que muda.

hoje

Quatro esperas até a consulta

com o üShow

Uma triagem só

Hoje o paciente enfrenta a fila da recepção, a fila da senha, a triagem e a porta da sala — e os dados dele são redigitados no balcão. Reconhecido na chegada, ele vai direto ao setor, e a recepção vira acolhimento.

hoje

Senha, adesivo, pulseira e papel

com o üShow

Um só reconhecimento

A identidade hoje está espalhada em quatro artefatos impressos. Aqui ela é uma: quem chega é reconhecido, e cada etapa fecha com a presença dele — sem impressora.

hoje

A ordem de serviço sobe em papel

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«Vá às 15h42»

Na farmácia a receita chega ao estoque antes do paciente. Ele recebe a melhor hora para buscar, o pacote já desce separado, e a retirada é registrada nas duas pontas.

hoje

Ninguém sabe quanto durou

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Cada etapa tem saída marcada

Nenhuma etapa de hoje tem fim registrado. Aqui cada atendimento fecha com hora — e é essa duração real que alimenta o agendamento do dia seguinte.

Num modelo de rede de filas com 2.400 pacientes por dia e os mesmos recursos, só a dosagem das chegadas leva a permanência média de porta a porta de 170 para 43 minutos. Números de modelo, não de campo — e o único setor que continua saturado é o de exames, porque ali falta capacidade, não sincronia.

O reagendamento

É a etapa em que o paciente, já atendido, mais espera — e a que menos precisa existir como fila.

hoje

Duas atendentes, duas esperas, a mesma senha

O paciente sai da consulta com a senha da entrada, entra na fila do reagendamento, uma atendente lança o pedido, ele espera a senha no painel de novo, e outra atendente marca as consultas. E vai embora sem que ninguém registre que ele saiu.

com o üShow

As próximas consultas são marcadas na própria sessão

O pedido de retorno nasce dentro da consulta, com o profissional. Quando o paciente sai da sala, as próximas datas já estão marcadas e chegam a ele — sem fila nova, sem segunda atendente.

com o üShow

A saída do hospital fica registrada

A passagem fecha com hora: da chegada à saída. É esse tempo, medido em cada paciente, que ajusta o agendamento dos dias seguintes — as durações reais alimentam a agenda, não uma estimativa.

com o üShow

Remarcar de casa, pelo telefone ou pelo app

Precisou mudar a data depois? Entra na mesma fila do setor, por qualquer canal. Pelo telefone, só depois do retorno com contra-senha — remarcar em nome de alguém é coisa que uma pessoa conclui.

O atendimento telefônico

Quem liga hoje ouve música, cai, liga de novo e recomeça do zero — e do outro lado ninguém sabe se é mesmo o paciente. Aqui o telefone é só mais uma porta da mesma fila, e o retorno é o que garante quem está falando.

A mesma fila para quem liga e para quem está na porta

Telefone, aplicativo, portal e balcão entram na mesma fila do setor, na ordem em que chegaram. Quem liga não fica atrás de quem apareceu — nem na frente.

O hospital liga de volta, e você sabe que é o hospital

O número que aparece no visor não prova nada. Para tratar de qualquer assunto seu, o atendente diz uma contra-senha, desliga, e o hospital retorna ao número do seu cadastro. Você digita a contra-senha, e só então a conversa segue.

A linha caiu? A posição fica guardada

Ligou de novo, continua de onde parou: a mesma senha, a mesma posição na fila. Ninguém volta ao fim por causa do sinal.

Três degraus, e o último é sempre de uma pessoa

Horário, endereço e preparo de exame o sistema informa a qualquer um. Confirmar ou remarcar dentro da agenda ele faz depois do retorno conferido, e fica registrado que foi ele. Pedir para ser atendido abre um caso que só uma pessoa da equipe conclui — e o próprio sistema recusa fechá-lo sem ela.

O mesmo retorno serve ao contrário: quando o hospital liga para avisar de um exame ou de um remédio pronto, a ligação chega conferida, e a pessoa atende sem ter de desconfiar. Ver a ligação que chega conferida →

Celular recebendo a ligação de retorno do hospital, pedindo a contra-senha de quatro dígitos
O retorno: o hospital liga para o número do cadastro.
Tela do guichê com a fila única à esquerda, cada senha marcada pelo canal de chegada, e o atendimento em curso à direita
O guichê: uma fila só, o canal de chegada é só uma etiqueta, e o caso fica com a atendente.

A sala de espera

Hoje a espera é do paciente, de olho no painel, sem poder sair do lugar. Aqui a senha anda sozinha, e quem quiser pode acompanhá-la pelo celular.

O painel mostra a senha, nunca o nome

Na parede, só a senha chamada e quanto falta. Quem está na sala não fica sabendo quem são os outros.

O app acompanha a senha por você

Quem tem o app vê a posição da própria senha e é avisado antes de ser chamado. Pode ir ao café, ao banheiro, dar uma volta — a atenção fica livre, e a vez não passa.

Quem não tem celular é chamado do jeito de sempre

A senha na tela e a voz na sala continuam. O app é um conforto a mais, não uma condição.

A sala diz quanto está cheia, não quem está nela

Para quem ainda vai chegar, a sala aparece como cheia, quase cheia ou livre — e o app sugere a melhor hora para vir. Nunca uma lista de pessoas.

Painel da sala de espera com as senhas chamadas, as próximas com a espera estimada e o estado de cada sala
O painel: senhas, nunca nomes, e cada sala como cheia, quase ou livre.
Celular mostrando a senha do paciente, quantos estão à frente e a espera estimada
O app: a senha anda sozinha.

A equipe em rodízio

O mesmo crachá que abre a porta marca o turno e fecha cada atendimento. É daí que o rodízio sai — do que aconteceu, não do que foi planejado.

Cada profissional entra no turno com o crachá

O crachá que já existe passa a marcar a entrada e a saída do turno. Nada de assinar folha, nada de digitar.

A chamada vai a quem está livre

Cada atendimento fecha com a saída do profissional, então o sistema sabe quem acabou de ficar livre. O próximo paciente vai para essa sala — não para a próxima da lista.

O rodízio sai do que foi medido

Quem atendeu mais, quem teve o atendimento mais longo, qual setor está afogado: a distribuição do turno seguinte nasce das durações reais, não da escala de papel.

Tempo de atendimento, não vigilância

O que fica registrado é a duração de cada atendimento. Onde o profissional está entre um e outro, ninguém sabe — e o sistema não pergunta.

O fluxo dos elevadores

Transporte de leitos, sem rádio no escuro

Hoje a central manda por rádio, o pessoal do transporte empurra, e a ascensorista dá prioridade ao urgente e anota tudo de cabeça ou num bloquinho. Ninguém registra quanto demorou. Aqui cada traslado é uma missão com prioridade, o elevador é reservado por janela de tempo, e a chegada fica provada.

  1. 1

    A central abre o traslado

    Leito, andar de saída, destino e prioridade — normal, urgência ou emergência. Nada de nome nem diagnóstico: o prontuário continua no sistema do hospital.

  2. 2

    O pessoal do transporte é chamado

    Primeiro o quadro fixo do andar; se ninguém aceita, o resto do prédio. Urgência chama todos de uma vez. Quem aceita primeiro fica com a missão — no aparelho, só «você».

  3. 3

    A ascensorista segura a cabine

    No tablet do hall ela vê a fila por prioridade e os andares de cada cabine, e reserva uma janela para o traslado. Emergência passa na frente de tudo.

  4. 4

    A chegada fica provada

    O leito passou pelo elevador e chegou ao destino, com hora, nas duas pontas. A volta é um traslado novo, com a mesma prova.

Os três terminais, num traslado de urgência do 4º andar ao centro cirúrgico: o aparelho de quem empurra, o tablet da ascensorista e a tela da central. Nenhum deles mostra nome de paciente nem onde alguém está. Abrir a prancha interativa →

Nenhum nome de paciente

O terminal do transporte mostra «Leito 12 · 4º B → centro cirúrgico». Quem está no leito é assunto do prontuário, e o prontuário é do hospital.

Ninguém é rastreado

A central sabe de onde o leito saiu e onde chegou, porque isso foi provado. Entre uma prova e outra o sistema não sabe onde ele está — e a tela não finge saber.

O paciente não carrega nada

O aparelho fica com quem presta o serviço: o pessoal do transporte e a ascensorista. Quem é levado não precisa de celular, cartão nem pulseira.

O rádio continua

Os painéis não substituem a voz. Eles registram, priorizam e provam — e é desse registro que sai o relatório do turno, sem ninguém anotar.

A farmácia

A coleta de remédios, sem duas esperas

Hoje a mesma retirada tem duas filas: uma para o guichê gerar a ordem, outra para o remédio descer do estoque. Aqui a ordem viaja antes do paciente, e ele só vem quando o pacote já está pronto.

No balcão da farmácia, a atendente entrega um pacote de papel a uma senhora de mãos livres; atrás dela, outros pacotes já separados esperam na prateleira
Ela avisou que vinha: o pacote já estava separado, e ela não segura nada além da bolsa.
  1. 1

    hoje

    Chega sem hora, nos picos

    com o üShow

    «Vá às 15h42»

    Hoje a farmácia não tem agendamento: alguns horários lotam e outros ficam vazios. Aqui a receita, assim que nasce, já vai ao estoque, e o paciente recebe a melhor hora para buscar. Os picos se suavizam sozinhos.

  2. 2

    hoje

    Senha impressa, fila e painel

    com o üShow

    Check-in antes de chegar, e o pacote já no balcão

    É a lógica do portão da escola: quem vai buscar faz o check-in antes de sair, pelo app ou por telefone. O balcão sabe a hora em que a pessoa chega e deixa o pacote à frente; na chegada ela é reconhecida e retira, sem senha e sem painel.

  3. 3

    hoje

    O guichê gera a ordem, o estoque separa, e o paciente volta para a fila

    com o üShow

    Separado e ensacado antes de o paciente chegar

    A ordem de serviço viaja digital: o estoque separa e ensaca antes, e o pacote desce pronto. O mini-elevador continua transportando o remédio — só o papel deixa de subir.

  4. 4

    hoje

    Chamado pela senha, sem registro da coleta

    com o üShow

    Avisado quando está pronto, e a entrega provada nas duas pontas

    O paciente é avisado no momento em que o pacote está pronto. Na entrega, quem entregou e quem recebeu ficam registrados com hora — o remédio certo, para a pessoa certa, e nenhum falso recebedor.

O responsável autorizado a retirar pode ser outra pessoa, e isso fica registrado antes. Quem não tem celular é reconhecido do mesmo jeito — o aparelho está no balcão, não no bolso de quem busca.

A mesma lógica vale, depois, para o embarque em transportes: quem avisou que vem embarca na sua janela, sem fila na porta.

Celular indicando 15h42 como o melhor horário para retirar os remédios, no balcão 4
A farmácia: a hora certa de ir, o check-in antes de chegar, o pacote já no balcão.

Check-out em tudo

Hoje nenhuma etapa tem fim registrado: sabe-se quando o paciente chegou, nunca quando cada coisa acabou. Aqui toda etapa fecha com hora — e é o fecho, não a chegada, que diz quanto o hospital demora. Cada fecho também ensina a fila: a duração real corrige o tempo médio do setor, e a espera que o painel e o app mostram sai dessa conta, não de um número fixo.

  • Chegada

    reconhecido na entrada, com hora

  • Triagem

    encerrada pela enfermagem, com hora

  • Consulta

    a saída do profissional marca o fim e a duração

  • Exame

    procedimento concluído, com hora

  • Reagendamento

    as próximas datas marcadas, dentro da sessão

  • Farmácia

    a entrega provada nas duas pontas

  • Saída do hospital

    a passagem inteira, da porta à porta

  • Traslado de leito

    aceite, saída e chegada, cada um com hora

  • Turno do funcionário

    entrada e saída com o crachá

O relatório do turno se escreve sozinho

Relatório que depende de alguém anotar mente nos dias de pico — que são os dias em que ele importa. Aqui tudo nasce dos atos, e nada é digitado depois.

  • Traslados por andar, hora e prioridadede cada chamado aberto
  • Tempo de espera e de deslocamentoda hora do aceite e da chegada provada
  • Ocupação de cada banco de elevadordas janelas reservadas
  • Urgências realocadas, por quem e em quanto tempode cada decisão registrada

Onde isto está

demonstrável

A fila única

Telefone, app, portal e balcão na mesma fila, o retorno com contra-senha, a linha que cai sem perder a posição e a vez chamada por janela de tempo. Roda como demonstração, com dados sintéticos — mostramos em reunião. Nenhum sistema do hospital é lido ou escrito: o prontuário continua onde está. As telas desta página são imagens, com dados fictícios.

motor pronto

A missão e o elevador

A convocação, o aceite único, a chegada provada e a reserva de um recurso por janela de tempo já rodam em outros lugares do üShow — o elevador entra como mais um recurso.

desenho

O transporte de leitos

O fluxo dos elevadores está desenhado e animado, e ainda não roda em hospital nenhum. O primeiro piloto é pequeno de propósito: um prédio, um banco de elevadores, um turno.

Comece por um prédio.

Um banco de elevadores, uma ascensorista, três pessoas do transporte, um turno. Sem trocar o sistema do hospital e sem pedir nada ao paciente. Deixe o seu contato e a gente desenha o piloto com você.